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Salário emocional: como empresas estão retendo talentos sem aumentar salários

Salário emocional: como empresas estão retendo talentos sem aumentar salários


O desengajamento profissional se torna um desafio crescente no Brasil e no cenário global, com a maioria dos trabalhadores se sentindo desconectada de seus empregos. Essa insatisfação está ligada a salários que não atendem às expectativas e à falta de reconhecimento. Para enfrentar essa questão, muitas empresas adotam o conceito de salário emocional, um conjunto de benefícios não financeiros que aumentam a satisfação e o bem-estar dos colaboradores, destacando a flexibilidade no trabalho, programas de reconhecimento e oportunidades de desenvolvimento profissional.

A insatisfação no ambiente de trabalho impacta diretamente a produtividade. Investir no bem-estar dos colaboradores é essencial, pois a falta de suporte pode resultar em queda de rendimento, aumento da rotatividade e maior incidência de afastamentos por problemas de saúde mental. Medidas negativas, como a redução de salários para evitar demissões, podem piorar ainda mais a situação, criando um ciclo vicioso de desmotivação e desengajamento.

Implementar o salário emocional não exige grandes investimentos; pequenas mudanças na gestão podem gerar resultados positivos. Estratégias eficazes incluem programas de reconhecimento, oportunidades de crescimento, aprimoramento da cultura organizacional e benefícios flexíveis, como trabalho remoto. Compreender essas mudanças no mercado permite que líderes evitem elevados custos com rotatividade e promovam um ambiente de trabalho mais satisfatório, que favoreça a retenção e o engajamento dos talentos.

Fonte: Contábeis

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